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Aulas Gratuitas de Yorùbá no Youtube

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youtube

 

Mo júbà gbogbo

 

Nosso canal de ensino do idioma Yorùbá voltou com tudo e toda semana estamos postando aulas lá. Quem não sabe, tivemos um problema com uma produtora de vídeo que logo após fez inúmeras denúncias de nosso canal. Como o Youtube não costuma investigar a fundo do que se tratava, tivemos nosso canal cancelado. Mas sem chorumelas, retornamos e cá estamos com três vídeos daqueles que fizeram e ainda fazem muito sucesso com o povo do Candomblé, Umbanda, Ifá e Santería.

Os vídeos são em total de 22, onde o aluno aprende as bases do idioma Yorùbá de maneira fácil e rápida, mas lembrando: somente alunos matriculados em nossos cursos pagos é que podem retirar dúvidas por e-mail e receber descontos em materiais e promoções. Veja abaixo como:


 

idioma_Yoruba


 

Como Aprender com Vídeo Aulas?

 

Muitas pessoas me perguntam como aprender então assistindo essas vídeo aulas, muito simples. Com caderno e caneta na mão, faça anotações de cada expressão e regra idiomática. Não esqueça da repetição: repita o que é dito… erre mesmo e repita novamente. Somente essas duas formas já irão lhe ajudar muito.

 

Mas caso queira uma amostra de nosso material em apostila, baixe sua apostila gratuita aqui e comece a estudar, ela acompanha áudios.

 

Seguem os dois vídeo em nossa playlist e não esqueçam de curtir nossos vídeos e se inscrever em nosso canal, assim poderá receber atualizações sempre que algo for postado.

 

Vídeo aula 1 – Introdução ao Idioma

 

 

 

Vídeo aula 2 – Conheça algumas palavras!

 

Vídeo aula 3 – Formas de tratamento

 

Estou apaixonada(o) pelo meu zelador(a) e agora???

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dia-dos-namorados

Mo júbà gbogbo

 

Retornamos em 2016 com tudo e com certeza com novo fôlego e novidades mil, mas claro que não deixamos nossos posts que sempre trazem uma discussão saudável e orientadora sobre assuntos por vezes poucos discutidos ou discutidos às escuras.

Não é de hoje que o relacionamento entre membros de um mesmo Ilé causa preocupações, escândalos e  divergências entre pessoas. Assim como o assunto Crianças dentro do Candomblé (se não leu sobre este assunto, clique aqui e acesse este post) e também sobre o Sexo e o Candomblé (Esse post causou bastante discussões entre os membros rsrs), o assunto romance, relações amorosas dentro do mesmo ilé, por parte dos membros dividem a todos. Há quem já considere isso bem tranquilo, desde que sejam respeitadas os momentos litúrgicos do barracão, a hierarquia e também os fatos ocorridos nos bastidores.

 

Muitas vezes o filho(a) de santo passa tanto tempo com seu zelador(a) ajudando, lado a lado…. passando bons e maus momentos… por vezes indo para festejos do mundo e isso, somado ao fato que a figura do zelador(a) causa admiração em seus seguidores(Quando bem executado essa função de líder), acaba criando um sentimento em pessoas carentes ou com falta de referência religiosa… enfim, nasce ai o amor… ou paixão! Não é novidade a notícia de alguma filha de santo que se abre pro seu zelador dizendo que teve sonhos eróticos com o mesmo ou que não consegue ter mais nada com namorado ou marido pois só pensa no pai de santo. Assim também ocorre com homens e suas zeladoras… sabemos disso, não sejamos hipócritas em negar!


 

 

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Mas essa situação ainda não é de causa tanto problema, pois é apenas uma parte que está confundindo as situações…. uma boa conversa, orientação deixa tudo em seu lugar. Pelo menos é assim que vejo os líderes resolvendo a situação, mas e quando o romance é consumado? Quando ficamos sabendo que um zelador(a) assumiu um romance com seu filho(a) de santo?

 

Bàbálórìsà ou Ìyálórìsà namorando ou casado com Ògá, Ìyáwo ou Ekéjì!!!

Sim, conheço casas onde o zelador(a) tem como seu companheiro(a) amoroso(a) um filho(a) e tirando momento onde há pequenos atritos que não sabemos se é relacionado à função ou ao romance, sabemos que essas casas funcionam tranquilamente. Zeladoras que são casadas com Ògá de seu Òrìsà; Zeladores que tem como Ekéjì suas esposas e foram iniciados pelos mesmos…. talvez aí que more o grande problema: a famosa mão que vai a cabeça.


 

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Já ouvi de tudo: a mão que passa a navalha não pode ter contato sexual com o iniciado, as energias não seriam compatíveis, que isso cria bagunça no barracão…. mas enfim, como é na vida real?

Como sempre, não tomo partido, gosto de observar e analisar, mas confesso que nunca vi nada de errado nessas relações e a bem da verdade ela já acontece a tempos, é que hoje as coisas andam mais abertas!

Como diz o ditado: Macumba boa é a que dá certo!

 

A casa estando em harmonia; os filhos seguindo seus caminhos abertos e com prosperidade, felicidade e amor…. o que importa se nos momentos de lazer.. momentos pessoais o(a) zelador(a) está sendo amado(a) por uma pessoa que goste dele(a)… seja ela ògá, ekéjì ou ìyáwo?

Vamos debater o assunto??

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Aula de Yorùbá Para Candomblé – #8

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Capturar

Mo kí gbogbo

E aqui estamos depois de algumas tribulações, agora estamos em nossa oitava aula de Yorùbá para CandombléAulas de Yoruba de Graça – e vamos hoje entender a família. Como a estrutura da família de santo se assemelha muito à família de sangue, fica fácil fazer as associações que veremos agora.

família yoruba

 A Família

Para entendermos a imagem acima, temos que conhecer alguns termos de fácil pronúncia e associação, pois convivemos com elas todos os dias, mas algumas são erroneamente usadas. Vejamos:

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E = Família (Acima temos a Família Akínwálé)

Em algumas aulas passadas do Youtube (Clique aqui e assista) falamos sobre os termos mãe e pai. Temos:

Bàbá = Pai

Màmá = Mãe (Muitas pessoas conhecem apenas o Ìyá)

Então nós temos: Bàbá Fémi e Màmá ou ìyá Oláníkèé.

Mas e as crianças Olùkó?

Vamos trabalhar agora com o conceito de irmãos, pois o de pais é bem fácil, apenas entrou um termo novo (Màmá). Para os irmãos muita gente chama qualquer pessoa mais velha de “egbo mi“, inclusive algumas pessoas pensam ainda que se refere a algum cargo. Mas o termo se refere ao seu irmão mais velho, pois o “mi” é o pronome possessivo meu e ègbón significa um irmão mais velho, pertencente a sua família. Vamos ver:

Ègbón = Irmão(ã) mais velho(a);

Àbúrò = Irmão(ã) mais novo(a);

Mi = Pronome possessivo “Meu”.

Temos então que Bùnmi é Àbúrò de Báyò. E que Lolá e Jídé são àwon ègbón de Bùnmi e Báyò. Lolá é ègbón de Jídé. Bùnmi é àbúrò de Jídé. Ufa rs, compreendeu. Uma forma simples de você internalizar isso e usar exemplos reais com irmãos de amigo e com seus irmãos.

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Certo Olùkó, mas em uma família temos tios, tias, avós e avôs???

Calma, vamos que vamos pois não terminamos essa aula ainda. Vamos ainda responder a uma questão que sempre me falam. Que usamos ègbón e àbúrò pois assim estamos dizendo que a pessoa faz parte de nossa família religiosa em forma mais alongada… mais extensa. Enfim, temos a solução para isso. 

Arákùnrin = Irmão

Arábínrin = Irmã

E a partir dessa formação podemos formar o tio e tia. Vejamos:

Arákùnrin ìyá = Tio (Arákùnrin ìyá mi = meu tio por parte de mãe)

Arábìnrin Ìyá = Tia (Arábìnrin Ìyá mi = minha tia por parte de mãe)

Arákùnrin Bàbá = Tio (Arákùnrin Bàbá mi = meu tio por parte de pai)

Arábìnrin Bàbá = Tia (Arábìnrin Bàbá mi = minha tia por parte de pai)

Essa parte terminamos, agora conhecemos os tios e tias por parte de mãe e por parte de pai. Mais falta a origem da família, os ancestrais que dão início a tudo isso, são os avós e também abordamos o tema em nossas aulas gratuitas do Youtube, não deixe de ver clicando aqui. Lá vamos:

Parte feminina formada por Ìyá:

Ìyá nlá = Avó

Ìyá ìyá = Avó

Ìyá ìyá ìyá = Bisavó

Ìyá ìyáwo = Sogra (mãe da esposa)

Ìyá oko = Sogra (mãe do marido)

Agora por parte do pai, ou por parte do Bàbá:

Bàbá nlá = Avô

Bàbá bàbá = Avô

Bàbá bàbá bàbá = Bisavô

Bàbá ìyáwo = Sogro (Pai da esposa)

Bàbá oko = Sogro (Pai do marido)

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Então chegamos ao final dessa nossa oitava aula, hoje falando sobre os familiares. Lembrando que essa família também se aplica ao povo de santo, ao Candomblé. Bastando ter como base seu zelador (Bàbálórìsà) ou sua zeladora (Ìyálórìsà).

E vem muita novidades por aí, estamos em fase de mudanças maravilhosas para oferecer cada vez mais conhecimento a vocês que acompanham meu trabalho com o idioma e cultura Yorùbá. Não deixe de baixar sua apostila gratuita com áudios e ficar sabendo cada novidade que surgir.

O dábò Gbogbo!!!

Sexo e Candomblé. Isso pode?

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Sexo e Candomblé – Um assunto bem quente!

O Candomblé é muito conhecido por ser uma religião de mágicas, danças, cantos e toques de atabaques. A expressão diz que os  òrìsà  descem ao àiyé para serem homenageados em seus devotos, seu filhos também conhecidos como ìyáwó, é bem verdadeira. Aqui eles revivem atos de guerra, alegria e tristeza, derrotas e vitórias. Mas há muito mais que o Candomblé pode fazer em serviço de seu povo: são os serviços de magia, ebo, banhos e outros encantos que pessoas buscam para apaziguar problemas de saúde, financeiro, amor e sexo. Sendo este último um grande tabu.

 

Há questões que dividem adeptos, tantos os antigos quantos os mais novos. Passa tempo e mais tempo e sempre rola pelas redes sociais, pelas conversas pós toque e nos bate papos por telefone quando um amigo liga para o outro: Sexo e Candomblé. Não falo dos escândalos que ocorrem vez ou outra dentro das dependências religiosas… não.

 

Sexo e os Òrìsà

A sensualidade e sexualidade estão muito presentes nos deuses Yorubanos. Algumas ìyágbá são conhecidas pela sensualidade como Oyá e Òsun. Há relatos, lendas, onde notamos atos de sedução e conquista, que culminam no ato sexual. Èsù talvez seja o òrìsà mais ligado ao sexo de maneira direta que há, com seu falo representando seu poder e sendo portador de àse. O próprio bastão de Èsù, conhecido como ògo, tem a representatividade da fertilidade masculina, a forma fálica, ereta que a tempos atrás e ainda hoje espanta, escandaliza muita gente, deixando até sem graça os desavisados. Havendo muito simbolismo no mesmo, não só o sexual. Mas geralmente, assuntos ligados a sexo são entregues a Èsù, nem todos, mas quase todos!

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Sexo e o Corpo 

Sexo suja o corpo. Isso é unanimidade entre os adeptos. Sendo até muito respeitado hoje em dia, não que antes não fosse. Mas o que muitas pessoas associam esse “sujar corpo”, vem de uma visão moralista, como se o ato fosse algo sujo e por isso maculasse a moral de quem o pratica. Pensamento esse enraizado por N situações que vai desde dos pais até à própria sociedade que trata o assunto sexo ainda com delicadeza “cirúrgica”. Não é bem assim.
O ato de sujar o corpo ocorre espiritualmente, ou energeticamente, e não em níveis socio-moral. Essa visão moralista ainda é vestígio da educação cristão muito presente até mesmo em quem é do Candomblé e Umbanda.
No ato sexual há troca de energia com outra pessoa, mesmo com o uso de preservativo, fazendo com que seu corpo e o da outra pessoa não fiquem puros, não há mais somente sua energia ali, a energia de um agora é misturada com mais um. Baseado nisso, um jogo de Òpèlè, Ikin ou até mesmo búzios, captariam uma energia misturada ou a mediunidade da pessoa que joga não sentiria de maneira pura. Daí também o porque do resguardo de atos sexuais 24 ou 12 horas antes de ocorrer um ebo, incorporação e/ou outros ritos litúrgicos: necessidade de sua energia pura para o Òrìsà. Você é um templo para o seu Òrìsà. Você é um altar para seu santo.

Essa relação sexo e religião é o que escandaliza muita gente quando o assunto é zelador que se relaciona com ìyáwo fora do barracão(Namoro ou casamento). O primeiro argumento é: a pessoa que mantém relação com você vai mexer em seu orí e em seu òrìsà? Isso pode destruir sua vida espiritual. Definitivamente não é correto? – Dizem.

Mas aí pensamos: Tantos são os casais onde o zelador(a) mantém uma relação até legal, casados no papel, com sua(seu) ìyáwo e a vida deles prospera perfeitamente. Claro que ainda sobra o argumento: mas lá na frente o òrìsà dá uma rasteira!!
Um assunto bem cabeludo ainda para a sociedade candomblecista debater. Mas geralmente o sexo entra como grande empecilho para haver esta união.


 

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Sempre bom lembrar que não há pecados na tradição antiga Yorùbá, há sim atos que podem levar a contaminação de sua energia. Pecado é uma ideia judaico-cristã, (do original grego “hamartia”) significa ERRAR O ALVO, falha em atingir a marca, falha em alcançar a finalidade para a qual se foi criado e neste caso o alvo: viver de acordo com as diretrizes imposta por Deus aos Israelitas.

 


E o álcool sua o corpo como falam?
Fato curioso o de alguns Oluwo ou Bàbálawo não terem e nem precisarem do corte de álcool, na visão de alguns nigerianos o álcool não suja o corpo. Já aqui no Brasil ainda há a visão moralista em relação a isso. Claro que aqui não falo de bebuns realizando atos religiosos, não misturar as estações.

Na visão Yorùbá até mesmo a má língua, lugares, objetos podem sujar o corpo. Lembrando, não sendo uma questão moral, mas uma questão energética-espiritual. Um exemplo é um feitiço nigeriano antigo que pede areia ou terra de onde houve algum acidente com muita morte. Esse feitiço é para atormentar o sono da outra, partindo do princípio que ali onde houve as mortes se tornou um lugar com muitas energias caóticas misturadas.

 

Para a limpeza do corpo além desse período de tempo é indicado um banho chamado de omi èròEsse termo em Yorùbá significa: água que acalma, ou água calmante!

 

E como diz o anúncio: Sexo é Vida!! 

 

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Aula de Yorùbá Para Candomblé #2

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Aula de Yorùbá Para Candomblé #2

(Parte Integrante da apostila Intermediária de Yorùbá com áudio)

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Dando continuidade as aulas voltadas para o dia a dia do barracão de Candomblé, vamos com a segunda aula. Caso tenha perdido a primeira, veja aqui!

Um dos ensinamentos que o neófito recebe ao fazer parte do Candomblé é o pedido para se entrar em uma parte do ilè, um quarto, sala ou até mesmo para interromper alguma conversa para falar algo de importante…enfim, a utilidade é bem variada, cada casa um caso:

“Àgò ilé!” ou somente “Àgò!”

A função dessa expressão é de que as pessoas dentro da casa, possam se arrumar ou aprovar a entrada caso estejam em condições de receber o visitante. Pois imagine que há alguém trocando de roupa; um zelador passando algum conhecimento que outra pessoa não sabe ou não deve/pode saber, enfim, são variados os motivos. Ou seu Bàbálórìsà ou Ìyálórìsà esteja num conversa e você precisa falar algo com ele(a), você além da postura e ato corporal correto, diz essa palavra. Usar tal expressão denota que você é uma pessoa consciente do uso correto tanto da expressão, quanto que se trata de uma pessoa educada no santo. O respeito e educação são fundamentais dentro das religiões de matrizes afro como o Candomblé e Umbanda.

Essa expressão em Yorùbá também é usada em locais nativos para pedir abertura na rua, quando vem alguém montado a cavalo ou com algo muito pesado. Seria parecido com o que os carregadores do Mercadão de Madureira usam quando querem passar.

“Àgò” – é uma contração de “Yàgò”, ou seja, dê espaço. Alguns dicionários grafam também “ké àgò” e a contração “k’àgò” que não fica muito belo foneticamente. Mas o significado: Licença. Dê me licença. Com licença.

 

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Ago  também significa desculpas?

Não exatamente. O idioma Yorùbá tem algumas palavras bem específicas para pedir desculpas e dentre elas não se configuram Àgò ou Agô. Motivos dessas diferença, ainda não sei ao certo, mas muitos usam diversas teorias que eu particularmente não sou adepto. Mas veja abaixo as palavras melhor usadas para pedir desculpas por algo ocorrido.

 

  • Pèlé – para uma pessoa mais nova e também significa meus pêsames. Perdão, calma, desculpas;

 

  • Dáríjì mi – Perdoe-me;

 

  • Binuje – Perdoe-me;

 

  • Má bínú – Não fique chateado, desculpas.

 

 

Mas aí a dúvida perdura: e a resposta Olùkó Vander, está correta? Em resposta a esse pedido, licença, as pessoas usam: “àgò yá”. Nada mais do que certo. Pois o termo “yá” indica uma aprovação sendo em alguns casos usado como um “sim”. Na verdade é uma partícula afirmativa, no entanto, não de todo errado, alguns dicionários dão o significado como: abrir, ceder. Coisas dos 21 dialetos conhecidos (há mais) do idioma Yorùbá.


 

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Não confundir com “Yá” com “Ìyá” – mãe. 

E no caso em que não pode a pessoa adentrar o recinto pois o Bàbá/Ìyá está em uma conversa ao telefone, vestindo-se? Há um costume de se dizer que quando a pessoa de dentro fica em silêncio, a permissão não foi dada, mas não é bem assim. Podemos dizer:
“Dúró!” – Aguarde, permaneça!
Sendo uma pessoa mais velha, reconhecendo-se isso de alguma forma, ou sendo um grupo de pessoas, dizemos:
“E dúró!” – Aguardem. Permaneçam aí!
Algo bem simples, mas que faz da pessoa que o usa, uma pessoa bem vista no quesito educação e informação cultural religiosa Yorùbá. Mas não se espante se isso tudo é muito novo para você, acesse esse link e baixe sua apostila com áudios gratuitos do curso de Yorùbá – CLIQUE AQUI E BAIXE! Conhecimento não ocupa espaço!

 

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O dábò gbogbo!!